Quanto tempo!

quarta-feira, 30 de abril de 2014
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Ultimamente tenho sido colocada à prova. É. Ajustar o tempo à tudo e todos. Inicialmente me vi perdida, numa confusão de resultar em severas dores de cabeça. E nesse contexto fui obrigada a dedicar tempo a mim mesma. Acredito que a parte mais difícil. Não nos escutar é algo tão comum que chegamos a ser tratados como egocêntricos quando o fazemos.
 
Ao me dar conta dessa tarefa, quase que maluca, entendi que inicialmente o trabalho seria árduo, mas os resultados surpreenderiam e precisava por em prática algum plano motivacional.
 
Comecei pela saúde. Não que tenha sido desatenciosa minha vida toda, mas agora era uma questão de ajustar bem estar a qualidade de vida e consequentemente estética. Listados alguns profissionais da saúde, fiz minha agenda e acreditem: estou cumprindo, devagarinho, mas estou. E o melhor, cumprindo as orientações médicas.
 
Depois veio o profissional. Sempre fui dedicada e apaixonada pela profissão. Então nada mais junto que me entregar a esse amor (risos). Dito isso, tenho aplicado estratégias que me estimulam diariamente a estar mais satisfeita com o que faço.
 
Fui investigar o campo familiar e vi que, embora, sempre atenta, estava faltando algo da minha parte. Algo chamado olho no olho. É sim. E não me dei por vencida. Tomei as rédeas das relações pessoais e meti o pé. Cada conversa tem sido mais proveitosa e honesta.
 
Já o coração... Está sob observação, sendo cuidado antes de, definitivamente, abrir as portas.
 
Contando assim, fica bonito, molezinha e prático. Mas tenho que ser má (outra porção de risos). Sinto informar que não é. É minimamente necessário um punhado de determinação e a parceria com gente que nos queira bem.
 
E me perguntem: O porquê de compartilhar esse trecho particular?
 
Acredito que o universo nos devolve aquilo que semeamos e sustentamos pela fé (crença/convicção) e gosto da ideia de lançar aos outros os aprendizados.
 
 
 
Nesse bem querer, recentemente, tive a oportunidade de receber um vídeo e como poucas vezes, fui tocada e posta a refletir. Assim o partilho e torço para que tenha percepções tão cheias de esperanças quanto as minhas.



Batalhadora x Reboladeira

quinta-feira, 27 de março de 2014
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Não aguento mais o papinho nada criativo de 'você é linda, inteligente e batalhadora'.
Ser elogiada tem lá seu glamour, é legal. Mas ouvir e ouvir... E ouvir essa trivial classificação e ph#&'@
Vão se catar todos!
Pow. Tem escrito em algum lugar (exemplo: minha testa!) que não sou conhecedora da minha beleza e tão pouco do meu intelecto? E o pior: devo sofrer de amnésia crônica.
Ohhhh! Para esquecer toda a minha ralação diária... Só pode!
Meninos, entendam de uma vez por todas: Nós mulheres, advindas da geração saúde, estudos e profissão não queremos ter o desprazer e ouvirmos algo que ao final das contas não fará a mínima diferença na vida de vocês. A não ser que... Estejamos falando de homens com o poder aquisitivo nivelado com o ralo do banheiro. Na velha e boa tradução livre: Pobres.
E nesse viés, é bem provável que o camarada detenha um desejo ardente por mulheres que somem. Somem tchuco com o vulgo 'força na cabelera'.  
Engana-se aquelas que acreditam na boba afirmação que tudo se resume a um apanhado de funções. P#%$@ nenhuma! Crença sustentada por uma cultura fortalecida por contextos. É. Contextos! E ai entra uma série de pontos a serem considerados, defendidos ou refurtados.
Não concordo! Não concordo! E continuarei a não concordar com a ideia que nós, Lulus, temos que nos desdobrar. Ocupar o papel de mulher linda/compreensiva, gostosa/sedutora, mãe/filha, trabalhadora/moderna... Cansa-me apenas ao listar. Imagina exercer!
Qual o motivinho da minha revolta? Simples! Não dá! Não dá para coordenadar de maneira satisfatória e proveitosa todos esses perfis. É improvável atingir esse ápice. Alguma coisa vai miar. E pode ter certeza, o miado vai ser alto.
Digo isso por experiência. Não é possível. Sei que muitas vão dizer que é ( todas  querem ser heroína da própria história). Mas não é! Sabe o que é se gerenciar casa, estética, cueca, profissão, livros, família, feriados, humor, tchururu...?
Sabe? Então começe a contar nos dedos das mãos os poucos anos saudáveis que restam a elas viver. Porque não existe qualidade de vida com tantas atribuições a serem operacionalizadas em 24 horas.
E a melhor parte! A previsão de tudo:
- Não existe cueca que suporte uma mulher neurótica com limpeza;
- E as que incorporam o espirito de mãe?;
- Vivem com dores de cabeça na hora do rala-e-rola;
- Não tem tempo nem para se olharem no espelho;
- As intrometidas nos assuntos familiares (donas das soluções e preocupações)?;
- As que assumem a maternidade e esquecem da gravidade;
- E falar daquelas que se perdem entre a profissão e a formação...
Tudo bem, meu péssimo está batendo forte. Mais se não o houver, também não tratarei honestamente sobre o tema.
Dito tudo aquilo que assola a possibilidade de me tornar ou perceber alguma Lulu como ninja, vou agora ao que, acredito piamente, interessar os marmanjos.
Mulher precisa mesmo é saber rebolar. Sentar e rebolar! Neh? Desenvolver o movimento sedutor, preferencialmente, com chave de perna.
Com um pensamento macho (porque bem sei que fui comtemplada com genes masculinos em excesso), vem comigo na lógica. Se queremos alguém que 'tenha futuro' ou já apresente indicios de 'bom partido' ou 'investimento seguro'. Quem acredita que esse cidadão vai se encantar por uma 'faz tudo e nada presta'? Quem?
Se o cara tem grana, estabilidade de jeitos e formas diferentes, o que sobra é apenas o sentimento (oh que lindo!)... Sentimento de saborear uma boa carne. A mais suculenta se possível. A que se come com os olhos. E para se comer com o olhar precisa-se do que mesmo? Apresentação. Elencando os itens indispensáveis que compõem uma gata selvagem tem-se: conjunto corpinho delícia, personalidade definida (louca, fofa, atrevida...) e por fim, e não menos importante, disposição para o que 'se quiser' e vier.
Afirmação embasada, vamos construir a seguinte cena:
Macho chega em casa. Animação.Vibração total! E ela? Bruxa. Desgranhada. Cara de 'não', hoje não tem. Acionada a válvula de escape por ele. Um chopp com aqueles amigos que ela não curte. Um futebolzinho em volume alto com direito a c@%&*#$ mil. Ou até mesmo o dormir, pós banho, com ronco modo motor ferrari.
 
Nisso vem a chateação dela. Ninguém me entende. Ele não me ama... Não me quer! Não isso! Não aquilo!
Deprimiu? Descasou? Cada um para um lado! É minha querida... Quén. Quén. Quén. É melhor refazer o ditado 'beleza não põe mesa'. Beleza põe mesa, cama, sofá. Todos os comodos e móveis que a mente faminta por sexo cobiçar.
 

Onde por a mão!

quinta-feira, 13 de março de 2014
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Em um ônibus, com pensamentos soltos, eis que ouço, desinteressadamente, um relato sobre um projeto de casal que após saborear uma quente noite de amor não curtiu nem o amanhecer. Tudo porque ela o viu vasculhando o celular enquanto concluía o banho. Moral da história?
...

Naquele momento, onde a minha atenção não alcançava nem 10%, fiz cara de 'nossa'. E depois? Depois soltei: Foi mesmo?
Não estava nem um pouco disposta a dividir opinião. Queria mais era ver a paisagem verde e sentir o vento cortando o rosto (que nem cachorro quando põe a cara na janela do carro).
...

Passado alguns dias fui novamente posta contra a parede (um saco argumentar sobre o que não se quer). Mais uma vez fiz bico. Franzi os olhos e grunhi um: Jure? 
...

Não se passou nem meia hora daquele mesmo dia e sou novamente questionada. Pronto! Acabou minha paciência e rasguei o verbo.
...

Pow! Diabos! Minha análise sobre ter acesso direto ou não a itens protegidos/bloqueados (entenda: celular, email, rede social, cartão de crédito...) do parceiro pode mudar o planeta? Não né? Então, caramba!
...

Ai. Eis que acesso o Facebook e me deparo com a página Madame Franqueza. Pimba! Soltei uma risada maléfica! Aquelas risadas altas e assustadoras as quais todos que estão ao seu redor te olham e condenam por nada entenderem. 

"Hoje em dia no relacionamento você pode pegar na bunda, nos peitos, nas coxas. Só não pode pegar no celular, nas mensagens ou no inbox do Facebook, que aí é falta de respeito.". 

Depois de uma dessa, bem no meio da cara, dá para falar algo? Dá! Dá sim! Minha visão é bastante peculiar, no entanto, é cuidadosa e quadrada (ala vovó). Poxa, se você se mete a namorar/esfregar, noivar/treinar, casar/procriar... Fu! Fu! Perdeu boy! Ferrou gata!

E atirem pedras! Paralelos! Você se dispõe a juntar os corpos, a saliva, programas de índios e tudo o que um casal 'patético' tem direito. Mas não pode atender um telefonema no celular dele? É briga na certa se ele ler um SMS direcionado a ela. Uma infinidade de comportamentos, que para muitos, marcam o individualismo. Ah! Vá!

Entendo perfeitamente que é necessário um espaço de tempo mínimo para se limar miras/alvos. Os famosos cambalachos que os solteiros costumam arrastar. Tudo bem. Tudo bem mesmo. Agora sejamos pontuais: isso cabe no início da empreitada. Depois cabe apenas respeito. Bora entender o que é respeito?

Respeito: Maneira legal e inteligente de olhar para o outro sem gerar situações constrangedoras, burocráticas e antipáticas. Lindo! Lindo!

Feito isso, ninguém terá a vontade louca de bisbilhotar. O sentimento punk da curiosidade. A ação instantânea de arregalar olhos e abrir ouvidos em total esforço de concentração para absolver linhas e falas.

Sugaram a ideia? É. Vai acasalar? Apruma a vida, dispensa essa e aquela. Garante paz e sossego. 

Dito?




Queremos ser? Ricas!

quinta-feira, 6 de março de 2014
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E ai pessoal?
Tudo certinho?
Sei que estou em falta com vocês. Muito triste isso!
Não tenho justificativas plausíveis, mas confesso que não gosto de perder a oportunidade de compartilhar os motivos que não me permitiram escrever nesses últimos dias.
Bora lá! 
Muito trabalho, correria e claro: diversão!
Carnaval. Eu falei carnaval! Haja emoção e risada. Prometo que não deixarei de fora (breve trarei um pouco do que aprontei) as aventuras regadas a bloquinhos, confetes e calor.

...

Deixando o blá blá blá de lado, o que temos para hoje é uma pequena demonstração de revolta (para variar rs) com os seres que fazem uso de sungas. Os machos! 

Aconselho, a partir desse trecho da leitura, darem uma pausa e seguirem com o vídeo. Ao termino do vídeo, retomem a leitura deste ponto e acompanhem minha narração escandalizadora (muitos risos altos).

...



Comecemos:
"Vou ficar rica!".

Ê afirmação punk. Envolta em delírios.

"Vou comprar homens!".

Como se assim fosse. Paremos já com essa coisa de comprar bugigangas (pegando pesado - ui).

"Vou trancá-los num quartinho!".

Aqui os planos finais não ficaram definidos. É minimamente comprometedora a situação. Vai que não resistamos...

"Vou fazer horrores!". 

A melhor! Opaaaa! Sinto um sorriso de canto de boca brotar. A maldade dominando o coração. Hora de detonar a bomba. 

"Vão me pagar tudo que fizeram comigo".

E se já estava bom (fazer horrores). Rodopio imaginando a cena! 

...

E por hoje é só! Só neh? Só maldade (kkk)!





Relacionamento AD

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
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Esse é 'o' filé! Está na crista da onda! Fazendo a cabeça da molecada. E digo isso sem a menor neura (daqui a pouco alcanço meus trintinha e está tudo certo).

Relacionamento AD: Aquele a milhões de metros! A ano-luz! À distância!

Cada um no seu quadrado ( apartamento, cama, carro...). Cada um administrando seus bens ( roupas sujas, pilhas de pratos, faxina, contas...). Cada um cuidando de si (alimentação, exercícios físicos, aparência...). Cada um! Cada um!

Apesar de trazer um reles conceito desse formato de rolo, o qual fiz questão de apresentar, sinalizo que não é a minha praia, o meu forte. 

O relacionamento AD é o lance moderninho do momento (tudo bem). É a vibe do estamos juntos quando nossos interesses realmente caminham lado a lado (ninguém esculhamba suas respectivas rotinas em prol do outro). É a conveniência e oportunidade dando permissão para seguir avante. É quase um assunto do direito administrativo, o tal do poder discricionário (meus amigos concurseiros concordarão!). 

Os defensores do modelo alegam que a pegada fica submetida a maiores pitadas de saudade, chamego ultra caliente. E óbvio: o respeito veemente pelo espaço do outro!

Nesse contexto não cabe ciúmes (nem o mais válido). Planejamentos (cada um cumpre sua agenda, se... Se coincidir... belê! Se sobrar um tempinho...)? Opa! É quase um insulto.

O RAD funciona estilo lego: educativo! Mas não se engane. As várias combinações/encaixem podem descartar facilmente essa ou aquela peça.

Eu particularmente não encaro essa modinha. Não é caretice. É apenas uma percepção um tanto desconfiada. A receita, ao meu ver, se assemelha com o velho e bom 'ficar'. É! Aquele rolo (gostoso) e não assumido. Aquele tchururu sem amarras!

Então nasce a dúvida: eis que se ficar é delícia, porque se relacionar à distância pode não ser tão bacana?

Ouso responder:

Gosto de compartilhar, do calor, do olho no olho... Gosto de ter braços para onde correr... Simplesmente prefiro o cheiro, a proximidade.


Síndrome do Bípede Analfabeto

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
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Conhecida popularmente por "Desilusão Ortográfica" e batizada pela gata que vos fala por "Síndrome do Bípede Analfabeto", a falta de traquejo com o português, por parte do gêneros opostos (nossas miras/alvos), tem sido deprimente. E essa lamentação também é proclamada pelos meninos.

Poxa vida! Dizer que ela é uma mulher de fases até pode (não que seja aconselhável). Mas daí a anunciar nas 'redes sociais da vida' que ela tem suas fasses é de amargurar qualquer uma.
E enviar zilhões de mensagens pelo 'zap zap'... E quando percebe que ela não responde questiona o porquê de ter ficado falando sosinho?
É doloroso! É minimamente triste!
Achando pouco, o ser do outro lado diz ter lenbranças lindas das conversas recentes que tiveram. Ela só não lembra mesmo é da aula da tia Teteca explicando que antes de P e B se escreve M.

E o geijo dele? Aquele! Aquele jeito de se posicionar para mandar a voadora depois do SMS elogioso? 
Pedido em namoro: Quero você do meu lado! Fica com migo!
Certeiramente ninguém ficará com você 'mô fio'!

Para piorar pode existir um momento de educação fortalecido pela conhecidência de te visualizar online sempre. E ao notar que você não responderá, faz o que? O que? Pede lisensa.

...

Tem quem possa suportar?
Ninguém está livre de um deslize.  Ninguém! No entanto, ser cuidadoso, dominar o básico da língua é bastante interessante.

O bacana é avaliar que não se trata de pessoas sem escolaridade. Pelas informações levantas, as situações apresentadas foram vivenciadas por graduados. Gente que teve e tem oportunidade!

Chorar não é a melhor opção. Talvez comprar um dicionário de bolso para presentear/incentivar a pesquisa. Isso se você não quiser desistir dos braços do outro.

Ah! Leitura ajuda! Engrandece e corrige o vocabulário! 

Bendito!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
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Depois de um orgasmo...
Você faz isso Isabel?
Fa-ço!
Agradeço à Deus!

...

É Isabel, algo intenso, bem feito, se sugere gratidão.
Agora a parte do "bendito seja Deus" tem que ser depois do tchururu. Vai que o cidadão pense que Deus é o nome do outro!

Gente é só um alerta! 
Para não dizerem depois que estou brincando com o nome de Deus. 
Vai que... Tem tanta gente doida e sem um pingo de noção (se sentindo corneado pela própria sombra) que não custa dá o bizu. 


P.S.: Vídeo sugerido por um leitor supimpa!